segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Como faço para me conter?
Quais são as leis das barragens e resistência.
Se a cada enchente o chão fica mais enlamado e podre
Já não há que valha a pena, o caso é a causa, por mais exagerada não impede a ferida de existir.

Passada do ponto, fora do prumo, descompensada e irracional.
À deriva em um mar de emoções físicas, que me consomem, amolecem, me enfraquecem. 

O que dói é escorregar, tá o tempo inteiro com a cara e a bunda sujas, vergonha de ser tão pequenina.
Pra piorar, tô saindo correndo, pq o medo de consolidar essa imagem desgastada de algo que deveria ser leve, pede que arregue, que pondere, que preserve. Que vá embora.

E ele, tão sereno e encontrado, diz que tudo bem, então que vá e veja se fica melhor.

De ser tão perdida?

Queria casar, sonhar, ele diz que um dia, quando achar que estamos prontos.
Eu não sei esperar assim. Não cresci esse tantão. 








quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Ah!
É de rir! Impressionante a certeza de que tudo tá tão certo, mas TÃO certo, que a lição é se entregar. E se integrar! O presente parece que nunca me foi tão tátil.

Tô vendo as cores das emoções, nuvens de energia naquilo que temos construído.
Nosso encontro é perigo gatinho!

Hahahahahahaha!
E de gargalhar de tão óbvio que se dispõe o que a nós ocorre!
E vai, faz parte da tua miséria correr pra não entregar. Entregar para não negar. E tirar o doce da boca quando a gente tiver mais pra lá de encantada!
Tãooooo raro?
Tãooooo caro!






segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

quando um namoro termina

São todos os sons ao mesmo tempo. a cabeça se perde, a audição já é oca, a visão turva.
Um desespero, uma nevoa, miopia.
tantos golpes, gostei da brincadeira, não sabia mais chegar no portão de saída desse parque de diversão tão sádico. Eu já queria estar ali, nos encontrávamos a cada desentendimento, a cada novo rastro de sujeira enfiada embaixo do tapete. Dos meus pés.

Até que eu percebi, vc iria muito mais longe que isso. Até me encurralar na culpa, na tortura, invenções, negações. Manipula-se. Eu sei. Também sou. Por isso fiquei por tanto tempo. Reconheci o jogo e quis ter clemência, mas de quem? Eu quis te perdoar, eu quis te entender, eu quis não te julgar, porque sei ser igualzinha a você. E fui, se bem me entende.

Até onde você achou que eu conseguiria ir?
Eu te implorei pela verdade, sinceridade Meu Companheiro.
Você me negou, o sagrado direito da liberdade. Só a verdade faz voar.
Meus pés tiveram cola, era piche, de insegurança e mentira. Era preto e viscoso, me demorou tempo demais.
TE perdoei quando me perdoei. Fiz do meu errado meu cúmplice e superação. Deu certo e aceitaria o jogo. Mas não vale a pena. Por um beijo eu me livrei de teus pecados.
Não era a sua boca.
E não fez diferença, não lhe importava. Eu te entendo.

Sejamos felizes







terça-feira, 11 de março de 2014

Aceitar. Espero e tento me respeitar, penso em signos, na posição dos planetas,/ busco não lutar e penso se não faz parte das coisas que não tenho controle. Viro bicho além de mim, minha emoção personificação de uma pessoa siamesa, agarrada em atos impulsivos, explosivos, depressivos, inertes. E não sabendo de mais nada vou dormir com a esperança num esquecimento matinal.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Vivo dentro de um labirinto

Minha mente é um grande moinho de idéias e devaneios
que levam ao ar no meio do dia, da hora, de qualquer hora.
Tira assim meus pés do chão e me larga dentro de um furacão.
São loucuras e bagunças, parece a hora de pico de São Paulo.

Tenho um grande desafio
De largar aquilo que sei que não me cabe, não traduz meu Ser.

Parar a mente dessa brincadeira chata de me roubar da vida.
Está tudo no lugar




quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

São precisas algumas horas para me centrar
e nessa mil cigarros vão
me enchendo de mais ansiedade

Quero respirar e não agitar
sinto que estou quase lá
Preciso agora tocar a consciência e me libertar

Hoje volto a um controle proposital, com esperança de alcançar essa vitoria dia apos dia

Segurar a ânsia é meu novo desafio, ao qual venho me dedicando a meditação.

de hora em hora
para que seja de dezenas em dezenas
até que dos dias
ele se vá de uma vez de mim.

Acabou

vou viver
e respirar



domingo, 10 de novembro de 2013

Eu quis tomar banho para ver se os erros saíam de mim.
A noite aconteceu, eu sinto que foi só mais uma
Novamente, ainda não foi dessa vez

No fim o que mais dói é saber que só queria te agradar.
Babaca que sou.

Preciso aprender a me amar.
No mais alto escalão de clichê.