quinta-feira, 28 de maio de 2009

quintas


a quebra do habito ou da rotina, traz certo incomodo....
como é para um ser nostalgico se libertar dos velhos livros?
Com dor? No caso, somente o amor, a entrega que deve ser

falo eu a verdade, já faz tempo q algo me avisava q seria breve o dia de aprender isso. Fechar as páginas que são propositalmente deixadas abertas....
em seu número, em sua contagem, em meus contos bobos....


to dizendo de crescer, to dizendo de parar de fingir q dá pra começar amanhã

é tudo sempre hoje!


e continuo o texto como um diário mesmo....
foge aqui dos antigos tão bem estruturados e poéticos
com cara de arte de arteira!

o gosto é somente manter... o espaço do devaneio, particularmente paralelo


tem algo q me faz ser serena no novo ato
a vontade de expandir e ser vc em outro
encontro das almas que não existem......

quinta-feira, 30 de abril de 2009

O dia que acordou sereno
aconchego em cobertas e braços
com calma esperei a mente voltar
de qualquer lugar que estivesse descansando

No corpo disposição
parece que esvazie em lágrimas agonias infantis
parecia que chorava no sentir de outro alguém
pensei em mãe, talvez o cordão umbilical ainda funcione
pensei na antiga amiga, que tantas vezes me fez ficar sem comer por puro capricho dos elos atemporais(lembra da vez que fiquei sem dormir?)
pensei que talvez fosse eu mesma...

Por conquista tive Fabiano ao meu lado
sem panos quentes, ou passadas de mãos na cabeça
não, nada disso, parece que a intenção é diferente e quer ver o meu mudaro meu crescer...
é mais fácil que parece deixar de se mimar,
não tão confortável...(lembra da zona de conforto?)
mas deve ser de conquista doce, e cada vez um pedacinho a mais aprender.

Agora já cai a noite...o dia foi tranquilo... ele vem me buscar no serviçoe o sorriso se apresenta largo desde já

sexta-feira, 24 de abril de 2009

meio assim

Tá meio assim o dia de hoje, nem mto legal, nem tão pouco incomodo, tá meio batata encharcada...

mas são coisas da mente q a mente se fala, e acredita ser a última verdade somente porque falou pra si mesma que era assim. Sr Fabiano da Silvassauro me disse coisas de grande relevancia ao nosso convivio, explicou que nao somente eu percebo o desencontro do intuíto.

e não é de querer ser birrenta e sozinha... lembro como me era aflitante nao te conhecer. Pedidos aos cosmolândios dos engarrafamentos que me obrigavam ausentar a mente em desejos de coisas que vooam.

você voa

foi triste ver que reconheceu em mim qualquer cola ou resistencia para decolagem....

e o caminho nao se esconde, aprendizado constante com a luta da personalidade dura que fere a mim.
pois de mim a mim, não há culpados somente consciência

segunda-feira, 16 de março de 2009

COLA

nos pés dos pensamentos, dá enjoo a cada solavanco do busão
e vou assim abrindo os pleuros, poros, fundo.
afogada em cigarros, respire um pouco
e mude ai
aqui
pra lá
.

Sabor tá pra novidade cotidiana
o vento na pele lembra a camurça.
e tem um monte de coisa lembrando outras coisas...pessoas gritam suas existências anteriores, gritos urros ferozes!
Acalmem-te!
e tranquilizem-se
a presença vai além de um monte de coisa
e até parece que duvidam de algumas veracidades.
bobos do bairro
da corte empalhada

solte os sintos
e deixe um novo sorrir nas paredes antes geladas e fechadas, vale um monte de fichas deste parque de diversão.

sexta-feira, 13 de março de 2009

pelo sonho

são
da liberdade em estar
na alegria de bem viver

que não é feito pra doer, nem sangrar

o sorriso tranquilo, da caminhada rápida que é essa tal da vida
leva comigo o sereno de não se negar

com a licença do sentir, peço o espaço da presença
e peço a calmaria das intensões
que elas são feitas só dos sonhos


Voar
em todo instante
talvez no inconstante
pra dizer a magia de sempre tentar.

e deixe o canto...
até mesmo o vento conta, segredos e palpites....

terça-feira, 10 de março de 2009

o palco

que fecha cortinas pra rir ao mal olhado
da cara de sapo do chato ali na esquina

um encanto, encontro. Num canto nosso.
pia o pássaro nesse céu.
e
pra citar minha cultura
Fernão Capelo Gaivota

quinta-feira, 5 de março de 2009

de repentes

de repente a vontade de ver
de repente a vontade de estar
de repente o presente é todo à vontade

Do encontro:
encanto de um simples natural poético

Não é de surpresa, não é de estranhar
tá gostoso!