tem dias que a gente de repente se sente assim
quando aqueles que queremos sempre por perto se distanciam sem que a gente entenda pq escolhem fazer assim..
bom que passa
mas esse domingo tá cinza
se pudesse escolheria um outro novo pra esse fim de semana tão sozinha...
deixemos pra lá. e inventemos alguma nova bobagem pra dar risada.
domingo, 26 de setembro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
UM BANHO DE QUINTANA
"E um dia os homens descobrirão que esses discos voadores estavam apenas estudando a vidas dos insetos..."
"A alma é essa coisa que nos pergunta se a alma existe"
"Amor
Quando duas pessoas fazem amor
Não estão apenas fazendo amor
Estão dando corda ao relógio do mundo"
Quando duas pessoas fazem amor
Não estão apenas fazendo amor
Estão dando corda ao relógio do mundo"
"Não me ajeito com os padres, os críticos e os canudinhos de refresco: não há nada que substitua o sabor da comunicação direta."
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Lançado ao ar o novo destino de quem deseja o inusitado.
Renovação que ocorre a cada palavra nova em seu dicionário de imagens.
Os dias ganharam nova ordem cronológica para se expor. Tem dias que começamos pelo fim e terminamos em seu meio.
Nesse relógio os ponteiros parecem de borracha :)
Me permiti uma nova escolha e escolhi começar tudo novo. Escolhi levar os dias de outra forma, decidi aceitar novos desafios dentro da minha batalha. Entrar na estrada.
Me joguei de braços abertos e pedi a conta no serviço, rs.
Deu- se um jeito na casa, nas coisas... opa.
Pelo caminho comecei aprender a esperar. Não ficar esperando em vão, mas sim na expectativa do certo momento,
de esperar que as coisas as vezes caminhe por si para nos mostrar o sentido da correnteza.
e ai sim a gente sabe que tá escolhendo o tronco certo para navegar.
Assim comecei a viagem por ruas cujos os nomes eu re-conheço, e de vontade em vontade guio por onde levo a mochila na cidade de São Paulo.
E agora estou de um jeito novo e tão confortável como quando criança.
As preocupações se tornaram reais, não giram mais em boletos fictícios e sim no presente em que me encontro e no que preciso me concentrar.
é para esquerda ou direita?
Meu novo desafio cotidiano é observar se estou presente ao momento.
Em cada ato me liberto para sentir como meu corpo responde
Para sentir o que toca meu sentir.
Palavras ganham nova importância, e ouvi-las ganha novo sabor.
As histórias de cada um se tornam uma oportunidade de observar o mundo de um novo ponto, pra ver uma nova vista, de janelas desconhecidas.
Renovação que ocorre a cada palavra nova em seu dicionário de imagens.
Os dias ganharam nova ordem cronológica para se expor. Tem dias que começamos pelo fim e terminamos em seu meio.
Nesse relógio os ponteiros parecem de borracha :)
Me permiti uma nova escolha e escolhi começar tudo novo. Escolhi levar os dias de outra forma, decidi aceitar novos desafios dentro da minha batalha. Entrar na estrada.
Me joguei de braços abertos e pedi a conta no serviço, rs.
Deu- se um jeito na casa, nas coisas... opa.
Pelo caminho comecei aprender a esperar. Não ficar esperando em vão, mas sim na expectativa do certo momento,
de esperar que as coisas as vezes caminhe por si para nos mostrar o sentido da correnteza.
e ai sim a gente sabe que tá escolhendo o tronco certo para navegar.
Assim comecei a viagem por ruas cujos os nomes eu re-conheço, e de vontade em vontade guio por onde levo a mochila na cidade de São Paulo.
E agora estou de um jeito novo e tão confortável como quando criança.
As preocupações se tornaram reais, não giram mais em boletos fictícios e sim no presente em que me encontro e no que preciso me concentrar.
é para esquerda ou direita?
Meu novo desafio cotidiano é observar se estou presente ao momento.
Em cada ato me liberto para sentir como meu corpo responde
Para sentir o que toca meu sentir.
Palavras ganham nova importância, e ouvi-las ganha novo sabor.
As histórias de cada um se tornam uma oportunidade de observar o mundo de um novo ponto, pra ver uma nova vista, de janelas desconhecidas.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
VOZ
O túnel secretonem sabia que tinha
O portão de entrada de suas entranhas.
A palavra que vaza
pelas cordas vocais
Desce guela abaixo
Cai no estomago e lá bóia pelos ácidos
tudo que nossos olhos engolem.
tudo que nossos ouvidos sentem.
tudo que o nariz escuta.
história da princesa Dalia
em que havia o cavalo dourado
e mantos vermelhos
meu corpo se desmanchava
ou flutuava
Sei lá
pense em bolinhas de sabão
tinha cheiro de amora no ar.
Molares e pré molares
mastigam a carne
do novo amor
desse jeito que faço para sentir em minha sinestesia.
Mulheres gritam e cantam
Em todas as línguas
e lábios vermelhos.
O beijo sela nosso feitiço.
a nova cor de seus sapatos escorrega pelo sangue e invade meus códigos
sensoriais.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
segunda-feira, 12 de julho de 2010
23

Avisado já me era.
Bem vindo o novo ciclo dos arcanos. Novo mundo do todo dia numa realidade nova.
Agora entendi que cresci. Agora decidi que farei algo novo. Uma nova rotina.
Descrever a brisa agradável que entra pela janela, vem da chuva que caiu agora a pouco e toca quente e úmida minha pele, meus sentidos.
Correr, correr, correr. Hoje corri e deixei o corpo suar pela rua. Sentia extrair em cada gota algo de velho e antigo. Desintoxicando. Parece que voltei de certa forma a sentir prazeres bobos.
Dançar. Dançar. Dançar. Hoje percebi que este é um grande presente deixado em minha vida. Lembrar que o corpo fala e deixá-lo cantar.
Estou de férias e isso tem um doce especial.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Dia
Hoje é o dia que vim ao mundo há alguns anos atrás.
O dia que foi grande e bem visto a chegada, de repente um medo enorme da vida e do real me faziam correr para a cama. Pânico. bad trip, but important too.
Pontos fracos, consciências, compreensões. fragilidade emocional.
Vida em descobertas;
domingo, 4 de julho de 2010

Ahhhhh
São as meninas dele.
O cara que encantava todo mundo, deixou a nós o legado de sua luz.
Em cada uma ele é tanto presente, que sua morte tornou-se apenas o estado físico que o cabe. Nada mais que isso
Camile, Ana Carolina, Mariane e Fabiana, em ordem de fotografia. Irmãs.
Elas são como o porto seguro, onde mais que proteção eu encontro compreensão e ensinamentos que me deixam segura por estar com elas no mundo. Cada uma fará em sua vida uma historia. Espero que sempre tenhamos o espaço para um momento entre nós independente de como a vida siga.
nesse ensejo desfruto da oportunidade de fixar a cada uma que tenho muito amor ao pensar em vocês. Minha falta de jeito com o tempo não é nada a mais do que coisa de caçula, não confabulem que não gosto, nem que não me importo ou interesso. Meu modo desmoldado me torna responsável pelo que perco e imagino que muito vocês também estão vivendo. E a vontade de voar, conhecer milhões de vozes, histórias e caracteres perdidos nesse mundo me move pela rotina e acabo sempre buscando a sua forma mais inusitada de ser. Juntas na certeza inevitável é o elo que prezo em ver.
Falando de mais, nem tenho como tentar sem demagoga, é meio que um pedido de desculpas num cartão de Feliz Vida que faz graça assim, entregue em qualquer dia.
Um beijo, e um cheiro.
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